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terça-feira, 13 de setembro de 2011


2ª Reunião


Texto estudado

O idoso como protagonista social
A Terceira Idade- Volume 21 nº 46 página 39-53- Julho 2010

Autores: José S. Justo, Doutor em Psicologia
                Adriano da Silva Rozendo, Psicólogo
                Marilene Rodrigues Correa, Mestre em Psicologia


      O idoso antigamente era destituído de qualquer protagonismo social. Morriam mais cedo, o número de idosos era menor.
        A realidade atual é diferente. O aumento da proporção de pessoas idosas na pirâmide social é o indicador da modificação ocorrida, da importância e do peso que os mesmos possuem no contexto social atual.
        O objetivo dos autores no trabalho foi de mapear a situação dos idosos,, como ele é tratado, a sua participação no cenário social, o papel dos Conselhos de Idosos,
        A questão dos idosos antes era considerada sob o aspecto dos gastos que causavam levando em conta o aspecto previdenciário, ou seja, gastos com aposentadoria, pensões e com a saúde. Hoje, além destas, pela presença maciça de idosos no cenário urbano,, pelo novo comportamento que apresenta, pelas posições assumidas, que mostram uma nova forma de viver, de relacionar-se, de valorizar-se, a sociedade passou a ter um novo olhar.
        O idoso não só pesa na economia, mas passou a significar muito como consumidor. Bobagem seria não considerar isso, Então o mercado direcionou-se para um segmento que gasta em alimentação, vestuário, saúde, lazer, cultura, entretenimento.
        O retrato do idoso hoje expressa alguém que atua socialmente, influencia que está ao seu redor, interage passando experiência e sabedoria, daí a utilização do termo utilizado “protagonismo social”. Não fica apenas como alguém que assiste, mas sim como participante, podendo se constituir ora em principal, ora coadjuvante, mas não mais como alguém sem voz.
        Isto implica na atuação, interação, convivência e sensação de pertencimento que é um sentimento extremamente benéfico para a saúde emocional e física do idoso.
        Os idosos atuam, interagem, vivem no aqui e agora, porém não se deixando sucumbir aos apelos do mundo consumista, líquido e fugaz , ao contrário agem com a sabedoria que o tempo lhes concedeu atuando , mas preservando atitudes sensatas, apreciando as coisas duráveis, permanentes criando territórios com os quais se identificam.
        O perfil do idoso atual é indicativo de um ser consciente, esclarecido, pró-ativo, participativo, flexível, aberto às mudanças, tolerante, capaz de interagir com os de sua geração assim como com os mais jovens.
        Não podemos esquecer que tomamos por base sempre o idoso saudável, que não foi atingido por enfermidades ou patologias que possam tirar-lhes a autonomia, a mobilidade, a sanidade, o livre arbítrio.




Os conselhos dos Idosos

Não há um único modelo de conselho.
Podem diferir quanto à:
Composição;
Forma de seleção de seus membros;
Às suas competências;


Categorias:
Vinculados a programas e serviços governamentais específicos: distribuição de merenda escolar, alimentos, aleitamento;

Vinculados a unidades prestadoras de serviços: Unidades hospitalares


Conselhos Temáticos: Defesa dos direitos dos
Idosos, das mulheres, dos deficientes,


Conselhos setoriais: Voltados Para a formulação, a implementação e o monitoramento de políticas públicas presentes nas esferas administrativas:
Conselhos da Saúde, Educação e Assistência Social

Com relação ao Conselho do Idoso, vale ressaltar que não há menção, na legislação federal que disciplina a matéria, que dê garantia a cerca da participação dos próprios idosos no Conselho em questão.
Alguns conselhos ao criarem o próprio regimento é que passam a garantir cotas para os idosos.

           As questões previstas, em geral são de natureza protecionista, assistenciais, não no sentido de garantir uma participação ativa.
          As concepções de participação ali inseridas denotam uma velhice bastante limitada, digna de cuidados e tutela.
         Existe, realmente, uma parcela condizente com esta idéia, porém não é a totalidade.
         Hoje temos a forte presença de atores sociais idosos, contribuindo com o fortalecimento da economia brasileira, com a renda familiar, participando no mercado de trabalho e em Conselhos Municipais, atuando e colaborando não só para essa faixa etária.

Isabel C S Vargas



ESTUDOS REALIZADOS

GRUPO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES SOBRE O ENVELHECIMENTO HUMANO - 2011-

Reinício dos estudos-segundo semestre -Agosto de 2011


PRIMEIRA REUNIÃO DE ESTUDOS
DATA: 19.08.2011

TEXTO: DIREITOS HUMANOS E PESQUISA EM GERONTOLOGIA NO BRASIL
A TERCEIRA IDADE – VOL. 21. Nº 49, P.26-38 - NOV.2010


            O primeiro texto analisado foi um artigo, de Mônica de Ávila Todaro, Doutora em Educação e Mestre em Gerontologia pela Unicamp.
       Trata-se de um texto acadêmico no qual a autora define Direitos Humanos, discorrendo desde os Direitos Naturais, até os Direitos Consolidados em legislação internacional, na Constituição Federal, nas Leis e Estatutos.
       Ao referir-se às pesquisas em gerontologia, salienta a importância de tais estudos, considerando o aumento da longevidade, o despreparo não só do próprio idoso ao defrontar-se com esta nova etapa da vida, mas também de seus familiares, do governo, visto que esta situação é relativamente nova. Nunca as pessoas viveram tanto. O aumento da longevidade é algo novo.
       O Brasil era um país de jovens e vários fatores contribuem para a modificação deste panorama, como a diminuição da natalidade, o envelhecimento populacional natural nas últimas quatro décadas, o aumento da longevidade como referido acima, pela melhoria da qualidade de vida, pelo acesso à saúde, bens e serviços pelos avanços das pesquisas nesta área, pelas campanhas promovidas pelas instituições governamentais e pelas entidades civis.
       Há carência de políticas públicas mais abrangentes, dado o tamanho territorial, a diversidade do segmento quanto à questão econômica, social, educacional, cultural.
Os idosos não formam um todo homogêneo, pelas questões citadas acima como por fatores genéticos, hereditários, facilidade maior ou menor de acesso aos bens, de acordo com o local de moradia, considerando se reside em meio rural, zona urbana, centros pequenos, médios ou grandes cidades.
       A gerontologia tem crescimento recente e acanhado diante das necessidades.
       Visa disseminar resultados de pesquisas e instrumentalizar o Poder Público e a sociedade em geral, com dados atualizados e confiáveis.
       Difere a situação no Brasil, da situação de países desenvolvidos, onde os investimentos em pesquisa sempre foram mais intensos, pela tradição de investimentos na área que dão suporte às empresas que atuam na área.
       Há no Brasil uma crescente necessidade de capacitação de profissionais na área, pois o envelhecimento é um processo de múltiplas facetas, devendo ser analisado, estudado e entendido pelos aspectos biológicos, médico, psicológico, sociológico, antropológico, educacional, econômico, legal - pelos direitos e deveres que abrangem.
Poderíamos citar ainda o aspecto histórico, das comunicações, lingüísticos. comercial.Enfim, são muitos aspectos se considerarmos o idoso de 30 anos atrás e o idoso de agora.
       O número de trabalhos acadêmicos é insuficiente, devendo, pois estes estudos serem ampliados e incentivados para embasar políticas públicas que necessitam ser céleres, eficientes, para melhorar mais a qualidade de vida do idoso, para orientar, prevenir e solucionar problemas de inserção social, prevenir à violência, promover participação social efetiva, prevenir de enfermidades orgânicas e /ou psicológicas. Ressalte-se a fragilidade natural do segmento pela desigualdade que se estabelece entre o contingente idoso (inativo) e o restante da população economicamente ativa, além da heterogeneidade existente dentro do próprio segmento por todos os motivos acima explicados

Isabel C S Vargas

      

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Visite  esta página que fala do CETRES  destacando seu valioso trabalho e onde destacam-se links interessantes mostrando situações do cotidiano com acontecimentos de desrespeito dos idosos, e de como se protegerem se orientarem e fazerem prevalecer seus direitos.

FALANDO SOBRE A DIVERSIDADE

Vídeo



quarta-feira, 24 de agosto de 2011

SUGESTÃO DE TEMAS PARA O SEGUNDO SEMESTRE


Temas para o Grupo de Estudos



                                                                           2º semestre/2011



Ø      Direitos Humanos e pesquisa em Gerontologia no Brasil
                       A Terceira Idade - Vol.21 n.49 p.26-38 – nov.2010
      Data: 19/08/2011

Ø      O idoso como protagonista social.
                       A Terceira Idade – Vol.21 n.48 p.39-53 – jul.2010
      Data: 02/09/2011

Ø      Esquecer para Lembrar (Memória)
                       Revista Mente e Cérebro – Abril/2008 -  p.39-45
      Data: 16/09/2011

Ø      Os Grande Mitos da Psicologia
                        Revista Mente e Cérebro – Fev./2011 – p.24-31
      Data: 07/10/2011

Ø      Dor nas Costas, Dor na Alma
                        Revista Mente e Cérebro  - maio/2011 – p.56-61
      Data: 21/10/2011

Ø      O Poder Terapêutico dos Grupos
                        Revista Mente e Cérebro – maio/2010 – p.36-43
      Data: 04/11/2011

Ø      Mentes em Movimento (Benefícios Atividade Física)
                         Revista Mente e Cérebro – agosto/2010 – p.36-53
      Data: 18/11/2011




Filmes: SUGESTÕES


1.      Meu pai uma lição de vida
2.      Elza e Fredy
3.      Diário de uma paixão
4.      Ao entardecer

terça-feira, 9 de agosto de 2011





REINÍCIO DE ATIVIDADES 2º SEMESTRE 2011



  
 Dia 05 de agosto reiniciaram as atividades do 2º semestre de 2011
no Cetres.

Ocorreu a abertura dos trabalhos no período da tarde com a palestra da Professora Dora Domingues Coordenadora de Ensino Religioso na 5ª CRE e membro do Conselho do Idoso.

O tema da palestra foi INTEGRANDO GERAÇÕES ressaltando os atributos dos idosos como maturidade,sabedoria,inteligência espiritual e discernimento como fundamentais para que essa integração ocorra com sucesso. Discorreu sobre o sucesso deste projeto na rede estadual de ensino que já garantiu a inserção e valorização do idoso em várias escolas.

A palestra teve enorme receptividade pela coordenação e pelos presentes que se manifestaram agradecendo as palavras de incentivo para valorização de sua condição de idosos e plena participação na vida familiar , de grupos e na sociedade



Após a palestra da Professora Dora teve início a Primeira Reunião do Grupo de Estudos Coordenado pela Psicóloga Sulanita Arruda que levou sua mensagem de boas vindas ao grupo, apresentação dos objetivos e metodologia.



As reuniões ocorrerão quinzenalmente, até o final do ano, sempre nas sextas-feiras .

  

GRUPO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES SOBRE O ENVELHECIMENTO HUMANO











Próximas reuniões do Grupo de Estudos

19.08.2011

02.09.2011

16.09.2011

07.10.2011

21.10.2011

18.11.2011



REUNIÃO DA OFICINA DE TAPEÇARIA OCORRIDA NA MESMA TARDE







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